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Seleção Brasileira de natação embarca para Mundial de Singapura 2025 na madrugada desta terça-feira, 9

Atletas se preparam para prova de costas no CT Paralímpico | Foto: Alessandra Cabral/CPB

A Seleção Brasileira de natação, formada por 29 atletas, viaja na madrugada desta terça-feira, 9, para Singapura, onde disputará o 12º Mundial da modalidade, de 21 a 27 de setembro.

O grupo está reunido no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, onde realizou os últimos treinos no Brasil. Além disso, a maior parte dos atletas disputou a Segunda Etapa Nacional do Circuito Paralímpico Loterias Caixa, nos dias 5 e 6 deste mês.

CONFIRA A CONVOCAÇÃO DO BRASIL PARA O MUNDIAL DE NATAÇÃO EM SINGAPURA

Segundo Felipe Silva, técnico-chefe da Seleção Brasileira, a chegada da delegação foi programada com mais de dez dias de antecedência do início das disputas na Ásia para permitir uma boa aclimatação dos atletas, que vão enfrentar um fuso horário com 11 horas de diferença em relação ao Brasil.

“Nós preparamos tudo para que os atletas possam se adaptar da melhor maneira possível. Os nadadores vão agora para uma etapa de ajuste fino para a competição e esperamos que eles retomem os treinamentos na piscina já nesta quinta-feira, 11, noite de quarta-feira no Brasil”, explicou.

Felipe disse acreditar que o Mundial deste ano, o primeiro no ciclo dos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028, estará entre os mais disputados. “Estamos indo muito bem preparados e esperamos um campeonato muito forte, com as principais seleções enviando seus melhores atletas, diferentemente de outros que tivemos no primeiro ano logo após uma edição de Jogos Paralímpicos”, afirmou.

A melhor campanha do Brasil na história dos Mundiais de natação paralímpica foi registrada na Ilha da Madeira, em Portugal, em 2022. O país encerrou a disputa com 53 medalhas, 19 de ouro, 10 de prata e 24 de bronze. Com isso, ficou na terceira colocação do quadro de medalhas do evento, somente atrás de Estados Unidos e Itália.

No último Mundial da modalidade, Manchester 2023, o país subiu 46 vezes ao pódio, conquistando 16 medalhas de ouro, 11 de prata e 19 de bronze. Os pódios deixaram o Brasil na quarta colocação no quadro de medalhas, atrás de Itália, Ucrânia e China, superando a anfitriã Grã-Bretanha em uma disputa acirrada até a última prova da competição.

Desde o primeiro dos Mundiais de natação, em malta, em 1994,, o Brasil já conquistou 296 medalhas, sendo 114 ouros, 73 pratas e 107 bronzes.

Brasil em Singapura

A delegação do país conta com 16 homens e 13 mulheres, oriundos de sete estados (MG, PA, PE, PR, RJ, SC e SP). São Paulo, com dez convocados, é o estado com o maior número de nadadores.

O grupo é formado pelos 24 nadadores que atingiram índices estipulados pelo CPB em três oportunidades: o Circuito Paralímpico – Fase Seletiva e a Primeira Etapa Nacional do Circuito Paralímpico Loterias Caixa, em São Paulo, no Centro de Treinamento Paralímpico; e o World Series de Guadalajara, no México.

Outros cinco nadadores foram convocados por terem o Índice Mínimo de Qualificação (MQS, na
sigla em inglês) do Mundial e também apresentarem as melhores marcas para formar equipes de revezamentos.

O Brasil levará a Singapura três campeões paralímpicos de Paris 2024: a pernambucana Carol Santiago, da classe S12 (baixa visão), ouro nos 50m livre, 100m livre e 100m costas, além de prata nos 100m peito e no revezamento 4x100m livre 49 pontos; o mineiro Gabriel Araújo, da classe S2 (comprometimento físico-motor), ouro nos 100m costas, 200m livre e 50m costas; e o catarinense Talisson Glock, ouro nos 400m livre, prata nos 100m livre e bronze nos 200m medley e no revezamento 4x50m livre 20 pontos.

Outros 13 medalhistas dos Jogos de Paris compõem o grupo: os mineiros Ana Karolina Soares, Arthur Xavier e Patrícia Pereira, os paulistas Gabriel Bandeira e Samuel Oliveira, as paranaenses Debora Carneiro e Beatriz Carneiro, a paraense Lucilene Sousa, os fluminenses Douglas Matera, Lídia Cruz e Mariana Gesteira e os catarinenses Mayara Petzold e Mateus Rheine.

A equipe terá cinco atletas que estarão em um Mundial de natação paralímpica pela primeira vez: os paulistas Beatriz Flausino (S14, deficiência intelectual), Victor Almeida (S9, comprometimento físico-motor) e Alessandra Oliveira (S4, comprometimento físico-motor) o mineiro Arthur Xavier (S14); e a catarinense Mayara Petzold (S6, comprometimento físico-motor).

A paulista Alessandra Oliveira, 17, campeã dos 100m peito para a classe S4 nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023, será a mais jovem de toda a equipe. Já a atleta mais velha da Seleção é a mineira Patrícia Pereira, 47.

Patrocínio
As Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais da natação.

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
Os atletas Gabriel Araújo, Talisson Glock, Debora Carneiro, Beatriz Carneiro,Patrícia Pereira, Arthur Xavier, Douglas Matera, Lucilene Sousa, Mariana Gesteira, Matheus Rheine, Mayara Petzold, Samuel Oliveira, Ana Karolina Soares e Gabriel Bandeira são integrantes do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 148 atletas.

Time São Paulo
Os atletas Ana Karolina Soares, Lucilene Sousa, Victor Almeida, Talisson Glock, Lídia Vieira da Cruz e Alessandra Oliveira o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 154 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

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