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Relembre conquistas de medalhas paralímpicas do Brasil

Daniel Dias exibe suas medalhas conquistadas nos Jogos de Tóquio durante coletiva de imprensa | Foto: Rogério Capela / CPB

A história do esporte paralímpico no Brasil pode ser contada de diversas formas. Uma delas é por meio das medalhas. As medalhas de ouro, prata e bronze falam sobre o avanço dos atletas paralímpicos, desafios superados e marcam momentos únicos do paradesporto. Conheça a história do esporte paralímpico contada em medalhas conquistadas nos Jogos Paralímpicos!

As primeiras medalhas

A primeira medalha do Brasil em Jogos Paralímpicos veio com a conquista da dupla Robson Sampaio e Luiz Carlos da Costa, nos Jogos de Toronto em 1976. A prata foi conquistada no lawn bowls, modalidade similar à bocha e que já não faz mais parte do programa dos Jogos Paralímpicos.

Em 1984, as mulheres conquistaram as suas primeiras medalhas. Naquele ano, a edição dos Jogos foi realizada em duas sedes, Nova York (EUA) e Stoke Mandeville (Inglaterra). O nome que entrou para a história foi o da Márcia Malsar, que conquistou ouro nos 200m C6, prata nos 1.000m cross country C6 e bronze nos 60m C6.

A última medalha

O último dia de competições nos Jogos Paralímpicos de Tóquio encerrou-se de forma positiva para o Brasil, com a conquista de uma medalha de prata por Alex Pires da Silva. O atleta correu a maratona masculina na classe T46, para pessoas com deficiência nos membros superiores, e completou o trajeto em 2h27min, cruzando em segundo lugar a linha de chegada do Estádio Nacional do Japão.

O atleta com mais medalhas

O atleta paralímpico que mais conquistou medalhas na história do Brasil é o nadador Daniel Dias. Dono de incríveis 27 medalhas paralímpicas, Daniel fez sua última participação em Jogos na edição de Tóquio, encerrando a carreira no alto rendimento com três bronzes nas provas de 100m e 200m livre e no revezamento misto 4x50m livre 20 pontos.

Além das medalhas, Daniel Dias recebeu diversos prêmios ao longo da carreira, incluindo o título de melhor atleta paralímpico do mundo, após os Jogos Paralímpicos de Londres 2012, quando quebrou cinco recordes na natação. Também recebeu o “Oscar do esporte”, o prêmio Laureus do Esporte Mundial por três vezes, entre outras conquistas.

A competição com mais medalhas conquistadas

A edição dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 foi também a melhor campanha do Brasil na história do paradesporto. Os atletas brasileiros subiram ao pódio o mesmo número de vezes que a edição anterior (no Rio 2016): 72 vezes. Mas a diferença foi que, em Tóquio, as medalhas de ouro vieram em maior quantidade. Ao todo, o Brasil conquistou 22 medalhas de ouro, 20 de prata e 30 de bronze.

O resultado está em linha com o planejamento estratégico do Comitê Paralímpico Brasileiro traçado em 2017 de manter o país entre as 10 primeiras posições do quadro de medalhas, no qual o desempenho do time Brasil alcançou a sétima posição.

A natação foi a modalidade responsável por trazer o maior número de medalhas douradas para casa, sendo oito conquistadas em Tóquio. Já o atletismo trouxe a maior soma de láureas do Brasil em Tóquio, com  28 (oito de ouro, nove de prata e 11 de bronze).

O número de medalhas conquistadas pelos atletas paralímpicos brasileiros coloca o Brasil como uma das potências mundiais do paradesporto. A cada novo ciclo, se renova a certeza de que o país está no caminho certo para mais recordes e nomes de brasileiros consagrados em todo o mundo pelo desempenho em suas modalidades. As medalhas são o desfecho de um ciclo que se encerra a cada quatro anos e que já começou novamente, agora com destino a Paris 2024.

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