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Seleção Brasileira terá 9 estreantes no Mundial de atletismo paralímpico em Nova Déli

Clara Daniele após competir em prova pelos Jogos Paralímpicos de Paris 2024 | Foto: Douglas Magno / CPB

A Seleção Brasileira de atletismo paralímpico que vai participar do Mundial da modalidade, a partir do dia 26 de setembro até 5 de outubro, em Nova Déli, na Índia, tem quase um quinto da delegação estreante em Mundiais. São 9 dos 50 atletas convocados para a competição que nunca participaram de uma edição do evento de atletismo.

A competição na Índia será o primeiro Mundial de atletismo após a realização dos Jogos Paralímpicos de Paris 2024. Na capital francesa, a modalidade rendeu 36 pódios ao país, sendo 10 ouros, 11 pratas e 15 bronzes. As provas serão realizadas no estádio Jawaharlal Nehru e a delegação brasileira contará com 50 atletas e nove atletas-guia. Esta é a 12ª participação brasileira em um Mundial da modalidade.

Quatro dos nove estreantes conseguiram assegurar a presença inédita em uma edição de Mundial por terem batido o Índice A de suas provas, que foi um dos critérios de entrada estabelecidos pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) para a classificação à competição na capital indiana.

A potiguar Clara Daniele está entre os estreantes. A velocista da classe T12 (deficiência visual) cravou o tempo de 11s81 na final dos 100m, no Desafio Brasil de atletismo, em julho, e superou o índice de 12s05. A marca foi a melhor do mundo na prova em 2025 e igualou a maior do ano passado, feita pela cubana Omara Durand na final da disputa nos Jogos de Paris.

A atleta, que compete pelo clube APARN, também esteve nas disputas na capital francesa de 2024, quando não avançou das eliminatórias com o tempo de 12s66 na mesma prova.

“Estou muito feliz [com a convocação], treinei muito. É o sonho de todo atleta, estar em um evento deste tamanho. Vou deixar a ansiedade para quando chegar lá. Por enquanto, vou curtir esse momento especial”, afirmou a atleta, que teve diagnosticado um glaucoma congênito no olho direito e está no atletismo desde 2019.

O paulista Henrique Caetano, velocista da classe T35 (paralisados cerebrais), também será estreante na Índia apesar de já ter competido nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024, quando foi finalista nos 100m e 200m e terminou em quarto lugar em ambas distâncias. Na temporada, ele obteve o Índice A ao correr os 100m em 11s60 e superar os 11s63 estabelecidos como critério, também no último mês de julho, no CT Paralímpico.

Outros estreantes em Nova Déli 2025 que obtiveram o Índice A competem pela petra: o paranaense Vinícius Cabral (APP-Paraná), da classe T71 , e o fluminense João Marques Cunha (AFADEFI/FMEBC), da classe T72.

A Seleção Brasileira de atletismo contará ainda com outros cinco estreantes no Mundial: a velocista baiana Daniele Jesus dos Santos, a paranaense da petra Edileusa Rocha, o fundista gaúcho Jean Silva (T13), e o pernambucano Romildo dos Santos (T44) e o sul-mato-grossense Denner Turaça (T13), ambos saltadores em distância.

Patrocínio
As Loterias Caixa, a Caixa, a Braskem e a Asics são as patrocinadoras oficiais do atletismo

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
Os atletas Clara Daniele, Jean Silva, João Matos e Romildo dos Santos, são integrantes do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 148 atletas.

Time São Paulo
Os atletas Denner Turaça e Henrique Caetano integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 154 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

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