Os velocistas Verônica Hipólito e Yohansson do Nascimento, os halterofilistas Marcia Menezes e Luciano Dantas e os treinadores Everaldo Braz, do atletismo, e Weverton Santos, do halter, terão uma importante missão a partir desta segunda-feira, 19. A convite da Agitos Foundation, braço desenvolvedor do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), eles irão ministrar workshops para atletas do continente africano em Luanda, Angola, até o fim da semana.
A iniciativa faz parte do projeto da Agitos Foundation de fomento ao desenvolvimento de comitês e do movimento paralímpico pelo mundo, com o apoio da Toyota, a fim de criar um impacto sustentável nas regiões. Nesta edição, o foco são os países de língua portuguesa da África.
Nos próximos quatro dias, um grupo de 53 pessoas, entre atletas e treinadores de Angola, Cabo Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guinea Bissau receberá dos brasileiros treinamento prático e teórico sobre atletismo e halterofilismo a fim de aprimorar as habilidades e conhecimentos e, com isso, desenvolver o esporte paralímpico em seus países.
“Fiquei muito feliz com o convite. Será uma honra representar o Brasil e a potência que somos no esporte paralímpico. Estou acostumado a viajar apenas para competir, mas será muito bacana poder passar a minha experiência de 13 anos no atletismo. Espero que possamos ajudar estes atletas e treinadores para, quem sabe, nos encontrarmos nos Jogos de Tóquio 2020”, disse Yohansson, medalhista paralímpico e mundial. “Angola me traz boas recordações. Foi no país que eu competi internacionalmente pela primeira vez, em 2005”, completou.
A velocista e saltadora brasileira Sheila Finder também está escalada para os workshops, porém ela participa como integrante do projeto Proud Paralympian, que visa ajudar os atletas a desenvolverem suas carreiras.
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)