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Alunas de projetos do CPB conquistam duas medalhas no Campeonato Brasileiro de paraesgrima sub-23

Disputa pelo Campeonato Brasileiro de paraesgrima no CT Paralímpico, em São Paulo | Foto: Alessandra Cabral/CPB.

O Campeonato Brasileiro de paraesgrima realizado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, dos dias 4 a 6 de julho, contou com duas medalhas de alunas de projetos do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB): Erika Melo, do Reabilitar, e Nicolly Santos, da Escola Paralímpica de Esportes.

Ambas as medalhas foram nas disputas da espada feminina sub-23. Erika Melo, 19, do projeto Reabilitar, apesar de duas derrotas na fase de poules, avançou com a segunda melhor campanha e conseguiu recuperar na fase eliminatória. Na disputa pelo título, subiu ao lugar mais alto do pódio ao vencer Ana Elisa Paz, por 15 a 7.

“Essa competição para mim foi muito sensacional! Eu fiquei muito feliz pela minha conquista, só tenho que agradecer a minha mãe e os meus professores por tudo” disse a campeã das disputas de espada feminina sub-23.

Erika nasceu com má-formação congênita e, devido a isso, foi submetida à amputação em ambas as pernas para conseguir usar próteses. O projeto do CPB em que participa, Reabilitar, tem como objetivo promover atividades esportivas para pessoas com deficiência atendidas por centros de reabilitação.

Nas semifinais, Erika enfrentou Nicolly Santos, 17, aluna da Escola Paralímpica de Esportes. Nesta competição, não havia disputa de terceiro lugar, assim Nicolly Santos ficou com o bronze na disputa da espada sub-23.

Nicolly nasceu com mielomeningocele, uma má-formação da coluna vertebral. A aluna da Escolinha, como é conhecido o projeto, conheceu a paraesgrima em 2022 e se encontrou na modalidade.

“Foi através do esporte que descobri uma nova forma de me expressar e me superar todos os dias. Me vi em um lugar onde posso ser eu mesma, competir, crescer e me divertir ao mesmo tempo. Hoje não me imagino longe da esgrima”, ressaltou a aluna da Escolinha.

A Escola Paralímpica de Esportes é uma iniciativa do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) que promove a iniciação esportiva de crianças e adolescentes com deficiência física, visual e intelectual, com idades entre 7 e 17 anos. O projeto oferece 15 modalidades paralímpicas: atletismo, badminton, bocha, esgrima em cadeira de rodas, futebol de cegos, goalball, halterofilismo, judô, natação, rúgbi em cadeira de rodas, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, tiro com arco, triatlo e vôlei sentado.

*Com informações da Confederação Brasileira de Esgrima (CBE).

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