Quatro brasileiros disputam Mundial de hipismo na Dinamarca; Rodolpho se despede de Don Henrico

ter, 09 ago 2022 15:29:14 -03:00



Rodolpho Riskalla, com o seu cavalo Dom Henrico, em competição | Foto: Wander Roberto/CPB

Rodolpho Riskalla, com o seu cavalo Dom Henrico, em competição | Foto: Wander Roberto/CPB

O Brasil será representado por quatro cavaleiros no Mundial de hipismo paralímpico, na cidade de Herning, na Dinamarca, entre esta quarta-feira, 10, e o próximo domingo, 14. 

Destes, dois já conquistaram medalhas paralimpicas. O paulista Rodolpho Riskalla (Grau IV), 37, conquistou a prata, no individual, nos Jogos de Tóquio 2020. Já o brasiliense Sérgio Oliva (Grau I), 39, faturou dois bronzes nos Jogos do Rio 2016 - individual e estilo livre. Os outros cavaleiros do país são estreantes em competições internacionais: Thiago Fonseca dos Santos (Grau V) e Flamarion Pereira da Silva (Grau II). 

O Mundial na Dinamarca também será o evento de despedida entre Rodolpho e o seu cavalo Don Henrico. A dupla esteve junta nos Jogos de Tóquio 2020, ocasião em que ficou na segunda colocação e ganhou a prata no individual, melhor resultado brasileiro na modalidade. Além deste pódio, Rodolpho e Don Henrico também ganharam duas pratas no último Mundial, em Tryon, Estados Unidos, em 2018.

Antes de embarcar para a competição na Escandinávia, o paulista, ao lado de Don Henrico, foi campeão em três provas no Internacional de Mannhein, na Alemanha, no último mês de maio. Com as três vitórias em solos germânicos, o cavaleiro obteve o melhor resultado entre todos os graus do torneio, um dos mais relevantes do calendário do hipismo paralímpico em 2022. 

Rodolpho, que era cavaleiro do hipismo convencional até 2015, migrou para o desporto paralímpico após contrair uma meningite bacteriana. Por causa da doença, partes de sua mão e sua perna foram amputadas. De acordo com a sua deficiência, o cavaleiro disputa competições no grau IV (para atletas com comprometimentos leves em um ou dois membros ou com deficiência visual moderada). No hipismo paralímpico, quanto maior o comprometimento, menor o grau. 

Além dos quatro cavaleiros, a delegação brasileira é formada pela técnica Andrea Kober, a chefe de equipe Rosana Ayrosa e a médica fisiatria multidisciplinar Luana Kim. As competições ocorrerão na na BB Horse Arena.

*Com informações da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH)

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
 

PATROCINADORES
Patrocinadora do Paratletismo Brasileiro
Patrocinadora do Comitê Paralímpico Brasileiro
PARCEIROS
Parceiro do Comitê Paralímpico Brasileiro
Parceiros do Atleta Cidadão
APOIADORES
Apoiador do Comitê Paralímpico Brasileiro
FORNECEDORES
Fornecedor Oficial