Modalidades

Parabadminton

O parabadminton é o badminton estruturado para pessoas com deficiências físicas e terá a sua estreia nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020. Atletas em cadeira de rodas e andantes utilizam uma raquete para golpear uma peteca na quadra dos adversários competindo em provas individuais, duplas (masculinas e femininas) e mistas em seis classes funcionais diferentes.

Em 1995, foi criada a IBAD (Associação Internacional de Badminton para Deficientes) para gerir a modalidade. Em 2009, teve o seu nome alterado para PBWF (Federação Mundial de Parabadminton) e dois anos depois teve a sua junção integral com a Federação Mundial de Badminton (BWF - Badminton World Federation, em inglês).

O primeiro Campeonato Mundial foi realizado em 1998, na Holanda. De lá para cá, foram realizadas 11 edições - a partir de 2001 ficou decidido que os eventos seriam realizados nos anos impares.

No Brasil, o parabadminton foi introduzido em 2006, pelo professor Létisson Samarone Pereira, no Distrito Federal. Também aconteceram no DF as primeiras competições oficiais da modalidade - estaduais (2008) e nacionais (2009). Desde 2011, o Brasil participa de todos os campeonatos internacionais da modalidade.


CLASSIFICAÇÃO

O sistema de classificação de Parabadminton da BWF conta com as seguintes classes funcionais:

Classes funcionais de cadeiras de rodas – WH 1 e WH 2

Classes funcionais de pessoas que andam – SL 3, SL 4 e SU 5

Classes funcionais de baixa estatura – SS 6

Confederação Brasileira de Badminton – badminton@badminton.org.br